Paulo Ferreira da Cunha (Porto, 1959) assina os seus quadros com o símbolo π desde que começou a ter autoconsciência artística. Esse “pseudónimo” procura a conciliação da magia geométrica com a abertura ao infinito. Se fosse obrigado a classificar-se, dir-se-ia neo-fauvista, embora alguns prefiram considerá-lo pós-moderno. Proclama a liberdade de expressão total e pósdisciplinar, sem enfeudamento a artes, escolas, estilos, técnicas, ou temas, num registo lúdico e por vezes caricatural. Representado em coleções particulares em Portugal e no Brasil, expôs na Associação Cultural QuadraSoltas (na sede e em itinerância), no Circolo Italiano de São Paulo, e por várias vezes no Museu do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, e na Ordem dos Advogados de São Paulo.

Paulo Ferreira da Cunha