Artista visual. Expõe regularmente desde 1996 em Portugal e no estrangeiro. Tem obra pública nas áreas da Justiça, Educação e Consular.
Fazer depender, a execução de uma obra, do espaço disponível remete para as
primeiras intervenções realizadas pelo Homem em cavernas que datam de há cerca de 40.000 anos. Desde aí até aos nossos dias, os indivíduos comunicaram através de desenhos, gravuras ou pinturas em paredes de casas, tumbas, igrejas e capelas. Em todos estes casos, a obra é executada e mostrada sempre em função de um suporte que é oferecido ao executor.
Atualmente, a atividade pictórica, recorrendo a uma das “estratégias de rutura
com a unidade compositiva” materializada na “obra fragmentada fisicamente” cria a possibilidade de adaptação da obra em geral a um espaço específico.
Desta forma a pintura já não é observada a partir de um ponto fixo, mas de um olhar por toda a superfície, uma vez que a obra explora todo o espaço circundante; o olhar descentraliza-se, originando uma pluralidade de pontos de vista e de interesse.
Artistas das Quadras
